Tecnologia no trabalho: entenda como a digitalização acelerada pela pandemia mudará as empresas, sua rotina e o todo

A pandemia de COVID-19 mudou a forma como nos relacionamos e vivemos, saiba como ela impacta as empresas e as relações trabalhistas

Foram muitas as mudanças que sofremos desde de março de 2020 quando a quarentena começou no Brasil. A pandemia de COVID-19 nos fez reaprender a viver, mas dessa vez de uma forma diferente: em um severo isolamento social.

As transformações pelas quais passamos impactaram muitas áreas das nossas vidas e, em especial, nossa forma de trabalhar. As empresas que não fecharam, mudaram seus métodos e nos deparamos com uma nova tecnologia no trabalho que não conhecíamos.

Nós, da Blocktime Tecnologia, trazemos um panorama completo para você entender como se deu a acelerada digitalização das empresas e como ela mexeu na nossa forma de trabalhar. Para saber mais, confere o conteúdo a seguir!

Imagem mostra homem usando o noteebok em home office

A tecnologia no trabalho, no “novo normal”

Os efeitos que a pandemia de COVID-19 causou nas empresas foi a nível global. O processo de digitalização, substituição de mão de obra e inserção de uma nova tecnologia no trabalho, que já estava acontecendo, foi potencializada pela necessidade de se reinventar na crise.

Mas você consegue imaginar como, na prática, funciona a incorporação dessa tecnologia no trabalho? Se sua resposta foi “não”, fica atento! Você pode ser afetado por ela, positiva ou negativamente e nós vamos te explicar como e o que aconteceu para chegarmos nela.

 

A reinvenção do mercado de trabalho

Segundo a Pulso Empresa, pesquisa do IBGE que analisa os impactos da COVID-19 nas empresas do Brasil, cerca de 716.000 negócios fecharam as portas em 2020. A situação deixou empresários apreensivos e exigiu uma mudança de rumos no mercado de trabalho.

Para não fechar as portas e continuarem produtivas, empresas precisaram mudar a forma como estavam fazendo até então. Umas das saídas encontradas foi a digitalização do trabalho ou a substituição de mão de obra por novas tecnologias.

Esse processo deve acelerar o desaparecimento de funções, ao passo que novas profissões surgem no mercado. Se antes da pandemia a previsão para a automação dos trabalhadores era de 14% até 2030, agora esse prazo diminuiu consideravelmente.

Confira a seguir algumas mudanças sofridas pelo mercado de trabalho devido ao aparecimento do coronavírus.

 

Aumento do empreendedorismo

Com o fechamento de empresas, diminuição no quadro de funcionários e as consequentes demissões, os brasileiros sentiram a necessidade de se movimentar. A solução encontrada por muitos deles foi a abertura do seu próprio negócio.

Segundo a Agência Sebrae de Notícias, ainda em 2020 estimava-se que o país devesse ter um quarto da população adulta envolvida com o negócio próprio. Foi exatamente isso que o país viu acontecer: o boom na abertura de micro empresas.

 

Fechamento de escritórios e início da era home office

A quarentena e o distanciamento social forçaram empresas a fecharem escritórios ao redor do mundo. Com a proibição de aglomerações e as recomendações de isolamento, manter uma equipe trabalhando dentro de um escritório era impraticável.

Com isso, o trabalho externo foi substituído, o quanto pode, pelas jornadas remotas. Seja no estilo home office, realizado em casa, seja em espaços de trabalho como os coworkings. Esses últimos só mais recentemente com a reabertura dos estabelecimentos.

A adaptação se deu de forma tão natural e surtiu um efeito tão positivo que empresários e CEOs cogitam a adoção do modelo de forma definitiva no pós-vacina.

Imagem mostra mulher usando notebook com caderno ao lado e xícara de café

Aumento das calls

Se teve uma coisa que o trabalhador fez em 2020 e continua fazendo em 2021 é a famosa call. Aí está a incorporação de mais uma nova tecnologia no trabalho graças a quarentena: as temidas reuniões por vídeo chamadas.

Com elas, programas, aplicativos e redes sociais que eram pouco ou quase nunca utilizadas na pré-pandemia, ganharam uma grande importância no trabalho remoto. O advento do trabalho remoto e das calls, inclusive, possibilitam uma nova estrutura de equipe de trabalho.

Mas não se engane, ao mesmo tempo que nos trouxe inúmeras facilidades, diversas pesquisas já sugerem o aparecimento de uma nova síndrome causada pela excessiva exposição à videochamadas, denominadas “zoom fadigue” ou fádiga do zoom.

Para evitar o cansaço excessivo, efeito colateral da cansativa jornada de trabalho remoto a qual somos expostos, inclua alguns cuidados na sua rotina. Observe nossas dicas a seguir:

01 Dê pausas no trabalho: O método pomodoro, de 25 minutos de trabalho para 5 minutos de descanso é um bom começo.

02 Não realize vídeo chamadas consecutivas: dê um tempo para descanso entre as reuniões online. E, em alguns momentos, desligue sua câmera. É importante descansar a imagem.

03 Faça pausas para se movimentar: alongue-se, caminhe um pouco, vá ao banheiro e beba água. Tire um tempo também para fazer exercícios físicos, é importante se mexer.

 

Nova estruturação de equipes de trabalho

A digitalização do trabalho proporciona um novo modelo de formação de equipe. Uma vez que o trabalho presencial não é preciso, a formação de uma equipe com pessoas de cidades e, quiçá, estados diferentes não só é possível como é uma tendência que deve crescer.

Assim como os eventos online tendem a aumentar e o networking digital também. Já é realidade estabelecer contato e iniciar relacionamentos de trabalho via internet, seja por meio de chats de eventos ou de redes sociais específicas para trabalhadores.

 

Existem desvantagens na transformação digital do trabalho?

Essa é a preocupação de muitas pessoas e o questionamento é bastante legítimo. Mas o que a digitalização do trabalho por conta da pandemia fez foi apenas adiantar um processo que já estava ocorrendo.

O fato é que sim, existem funções que tendem a desaparecer a médio e longo prazo. Mas também existem profissões que tendem a ser mais valorizadas com o advento das novas tecnologias e a digitalização no trabalho. Confere quais são elas:

Correm riscos: corretores, auxiliares de escritório, teleatendimento, vendedores e funções afins a essas. Isso porque esses são ofícios facilmente desempenhados por inteligência artificial e as empresas já sinalizaram o desejo de investir no setor.

Estão seguras: profissionais de TI, das engenharias, assim como profissionais que trabalham com o bem estar humano e a saúde física e mental, como médicos, psicólogos, fisioterapeutas, entre outros.

Esperamos que você tenha gostado desse conteúdo e a Blocktime Tecnologia tenha te ajudado a te preparar para a vida no pós-pandemia. Para continuar por dentro das novidades sobre tecnologia e mercado de trabalho, acompanhe nosso blog que sempre tem conteúdo quentinho pra você!

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